MOTOCICLISMO NEWS PRÓXIMO EVENTO- MOTOGP: 3ª Rodada Do Mundial 2024 – GP Das Américas No circuito de Austin E ATUALIZAÇÕES

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O Circuito das Américas é a primeira instalação de Grande Prêmio construída especificamente nos EUA, perto de Austin, Texas, com uma pista de 5.513 km e capacidade para 120.000 fãs. A construção da impressionante instalação de 1.000 acres foi concluída no final de 2012, com a MotoGP alinhando-se na pista pela primeira vez em 2013. Uma das suas características mais distintivas é a mudança de altitude de quase 41m com uma inclinação impressionante no final da reta seguida por uma curva acentuada à esquerda. O circuito é um dos mais variados do calendário, com uma mistura de retas rápidas e curvas fechadas, com a maioria das seções refletindo pelo menos alguma parte de uma pista famosa ao redor do mundo. Foi projetado pelo conhecido arquiteto e designer de circuitos alemão Hermann Tilke. O sentido de condução é anti-horário e tem um total de 20 curvas com 9 curvas à direita e 11 curvas à esquerda.

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Programação e informações do GP, bem como Atualizações Gerais do Motociclismo, abaixo 👇👇👇

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HORÁRIOS DO GP (Horários do Brasil):

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Aqui você acompanha também os vídeos, resenhas e links a partir dos treinos livres – MAIS PARA BAIXO

3 – RESULTADO, RESENHA E LINK DA TRANSMISSÃO COM NARRAÇÃO EM PTBR DAS CORRIDAS DE DOMINGO (em 14/4 a partir das 13 horas com a Moto3)

Aguarde…

2 – RESULTADO, RESENHA E LINK DA TRANSMISSÃO COM NARRAÇÃO EM PTBR DA CORRIDA SPRINT (em 13/4 a as 17 horas)

Aguarde…

1 – RESULTADO, RESENHA, VÍDEOS… dos treinos de sexta-feira dia 12/4, a partir das 11:00

Resultado Pratica MotoGP

E deu Martinator, mostrando que merece uma moto de fábrica. Viñales é o P2 com Marc Marquez em P3. Bagnaia vem na sequência em P4 com Acosta em P5. Os 10 primeiros já estão no Q2. Que treino sensacional, e o final de semana acabou de começar.

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E Peco consegue no final, como de costume

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Olha esse formigueiro

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Campeão do Mundo em apuros

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Os tempos vão sendo pulverizados, Martin quebrou em quase meio segundo o recorde de todos os tempos.

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Não entendi o motivo de tanto alarde kkkk

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Uma voltinha com Peco

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Morbidelli já melhorou, e precisa. A vaga dele está em risco e dizem que pode ser até para o Andrea Iannone do WSBK.

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MM93 tentando achar o ritmo volta após volta

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As imagens são sempre fantásticas

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Maverick parece forte

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Esse garoto é carismático

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Dale Cowbow!

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Resultado Pratica Moto 2

Aldeguer is back! P1 para ele com Sergio Garcia em P2 e Denis Foggia, mostrando força também, em P3. Diogo Moreira é o P16, e por enquanto, terá que passar pelo Q1.

Resultado Prática Moto3

David Alonso é o garoto do dia na Moto3, P1 para ele. Rueda fecha em P2 e Piqueras P3.

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Resultado FP MotoGP

Viñales confirma que o ritmo segue, pelo menos nesse início de final de semana. P1 para ele. Jorge Martin e Pedro Acosta da mesma forma, começam rápido com P2 e P3 respectivamente. Bastianini é o P4. Marc Marquez fica apenas em P8 com Bagnaia em P11.

Viñales confirma o bom ritmo e é o P1.

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Pedro Acosta novamente começa forte

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Jack Miller P1 no meio do treino

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Marc Marquez chegou a figurar em P1, mas nitidamente não estava no seu melhor ritmo neste início

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Quartararo forçando ao limite para buscar tempo

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Resultado FP Moto2

Ai Ogura é o P1 no início dos trabalhos para o GP da América de Moto2. O homem da casa, Joe Roberts, é o P2 com Alonso Lopez em P3. O colega de equipe de Diogo Moreira começou bem, terminando em P8, com o Brasileiro, que chegou a figurar mais a frente, em P18.

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Diogo Moreira chegou a figurar entre os primeiros em P1 e depois P10, mas no final encerrou em P18.

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Resultado FP Moto3

David Alonso é o mais rápido no início dos trabalhos em Austin, com a Moto3, seguido de perto por Daniel Holgado (P2) e Jose Rueda (P3).

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ATUALIZAÇÕES

  • MANCHETES DA QUINTA-FEIRA:

“Acho que não vou ficar aqui”Martin espera sair enquanto os rumores da Pramac aumentam – Foi discutido que a equipe italiana poderia trocar a Ducati pela Yamaha, mas o atual líder do Campeonato está de olho em algo maior.

Quartararo: Os chefes da Yamaha me convenceram a continuar em vez de ir para a ApriliaO Campeão do Mundo de 2021 assinou contrato com a fábrica de Iwata até 2026, citando as negociações com a administração como um fator significativo na extensão de seu contrato.

Bastianini, Martin ou M. Márquez! Bagnaia tem um parceiro preferido para 2025?O Campeão reinante respondeu a essa pergunta sobre seu companheiro de equipe de fábrica da Ducati da próxima temporada no GP das Américas! Ele como sempre, demonstra sua tranquilidade: “Eu trilho o meu caminho e não me importo. Eles vão decidir. Seja como for, sentará nessa moto quem merecer”.

Pedro Acosta prima pelo realismo:Precisamos ser realistas; não podemos pensar em nenhum resultado”. Até ele se acha surpreso com o que fez até agora.

Marc Márquez pode vencer em Austin? Ele mesmo brincou, perguntando: “onde eu assino?” E também está ansioso: “Vamos ver como a Ducati está trabalhando aqui; sei que será diferente“.

Jorge Martin prestes a substituir Aleix Espargaró na Aprilia: Alex contribuiu significativamente para o desenvolvimento da Aprilia e sucesso ao longo dos anos. No entanto, neste momento com o fim do seu contrato chegando, sussurros de aposentadoria e mudança no ar, o foco mudou para encontrar um sucessor capaz de levar adiante o manto de liderança e vantagem competitiva da Aprilia. E Jorge Martin, conhecido por seu ritmo alucinante e estilo de pilotagem agressivo, já disse que não fica mais em equipe satélite, é um ótimo nome para ocupar o lugar. A mudança, se confirmada, não só marcaria um marco significativo na carreira de Martin, mas também sinalizaria a ambição da Aprilia de ascender ao auge da competitividade da MotoGP.

Aleix Espargaró disse que a Aprilia não disse a ele que fizeram proposta para Quartararo: Claro que sabemos que na MotoGP nem tudo é dito para todos. Houve rumores sobre uma suposta oferta da Aprilia, em um valor de 4 milhões de euros, e o próprio FQ20 não confirmou, mas admitiu ter conversado com o fabricante de Noale. “Aprilia me disse que nunca fez uma oferta a Fabio Quartararo, mas sobre isso nunca saberemos. Só quem sabe é a Aprilia e Fábio. E essas conversas são normais, afinal nossos contratos estão no fim.

NÃO PERCA NOSSAS LIVES (quartas as 19 horas):

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“Há algumas coisas realmente interessantes que ainda são confidenciais” A decisão de ficar pode ter sido complicada, mas @FabioQ20 acredita no que está por vir no futuro.

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“Precisamos ser realistas” É fácil se deixar levar depois de um pódio tão cedo no ano, mas novato. @37pedroacosta não está focado em nenhum resultado específico

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Ano passado não foi nada bom para Peco. Lembra da queda? Uma atitude de todos os negócios neste fim de semana para @PeccoBagnaia Ele quer se recuperar de Portugal e reparar as más lembranças daqui no ano passado!

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Criatividade a mil:

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  • Andrea Dovizioso compartilha atualizações do hospital após acidente preocupante no motocross: Andrea Dovizioso compartilhou uma mensagem sobre o acidente que sofreu. Ex-MotoGP, o piloto Dovizioso foi levado de avião para o hospital após um acidente de motocross na terça-feira. Ele postou nas redes sociais de sua cama de hospital: “Desta vez eu realmente levei um bom golpe! Minha coleção de fraturas está ficando cada vez mais substancial, mas o importante é que a tomografia computadorizada seja negativa. [quarta-feira] Vou passar por mais testes e vou deixar todos vocês saberem como eles vão. Um grande agradecimento ao [treinador] Yuri Naldini que está sempre ao meu lado, a todos que me ajudaram e à equipe médica do hospital. Obrigado também a todos que me enviaram mensagens. Vou continuar lendo todas as suas mensagens. Quem pode adivinhar o que eu quebrei?!” Dovizioso quebrou a clavícula e sofreu danos no pulso, conforme relatório. Mas a tomografia computadorizada negativa é um grande alívio, depois de sustos iniciais sobre o potencial de um ferimento na cabeça. Dovizioso, agora com 38 anos, caiu em uma pista particular em Arezzo e foi levado de avião para o hospital em Florença. Ele foi oficialmente transformado em lenda do MotoGP no ano passado. O 15 vezes vencedor do Grande Prêmio foi vice-campeão por três temporadas consecutivas, de 2017 a 19. Apenas Marc Marquez negou-lhe o campeonato. Márquez e Valentino Rossi estavam entre os nomes que desejavam a Dovi uma rápida recuperação.
  • MOTOGP: Carmelo Ezpeleta anuncia a primeira consequência da chegada da Liberty Media – mudança dos países que recebem a categoria:  Em entrevista, o CEO de Dorna revelou as perspectivas para o calendário da MotoGP, especialmente no que diz respeito à presença predominante de corridas na Europa, especialmente na Península Ibérica. “É inevitável que reduzamos o número de corridas em Espanha e Portugal, mas isso não acontecerá até 2027. O limite de 22 Grandes Prêmios por ano obriga-nos a reconsiderar a nossa abordagem e, no futuro, não teremos cinco eventos na Península Ibérica“. A Itália tem dois Grandes Prêmios anuais, em Mugello e em Misano, e a Espanha recebe ainda mais atenção especial no calendário com quatro etapas: Ricardo Tormo, Jerez, Catalunha e Aragão. Com exceção da Itália e da Espanha, nenhum outro país recebe atualmente mais de um Grande Prêmio por ano. Na semana passada, o anúncio da renovação do MotorLand Aragón até 2026 foi feito, o que significa que este circuito permanecerá no calendário da MotoGP para as próximas temporadas. No entanto, está previsto para o futuro um sistema de rotação entre os circuitos espanhóis, a fim de dar lugar a novos GPs, em particular nos Estados Unidos, de acordo com as ambições de Liberty Mídia de alargar a pegada global da MotoGP. Seria um possível fim da hegemonia europeia? Será que a Europa, em especial a Espanha gera tantos talentos pois tem investimento lá, ou será que tem investimento lá porque tem tantos talentos? O que veio primeiro, o ovo ou a galinha? kkkk Deixe o seu comentário.
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  • Um pouco de retrospectiva em Austin:

Vontade de vencedor, o Marquez sempre teve:

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Curiosidade: Rins ganhou no COTA em todas as classes! Seu primeiro na classe rainha foi enfrentando Valentino Rossi nos estágios finais!

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Marquez tornou-se o mais jovem vencedor da primeira classe em 2013 #AméricasGP. Um recorde que ele ainda detém 11 anos depois

  • Estes dois conhecem bem o circuito; Quartararo foi P3 ano passado e Rins P1:
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Lembra da queda do Peco em 2023?

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De 24º para 6º

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  • Marc Márquez está preparando seu chapéu de cowboy e botas de pele de cobra para este fim de semana. Você acredita na vitória dele? Austin sem dúvidas é o seu reino mágico especial que tem tantas memórias felizes. O oito vezes campeão mundial não consegue escolher lugar melhor para começar a vencer corridas de Grande Prêmio novamente. O piloto espanhol venceu sete competições de MotoGP™ no Circuito das Américas. Ninguém o descartaria fazendo oito no domingo, com sua primeira corrida na Gresini Ducati na pista do Texas. Não é apenas o local do Texas que guarda tantas memórias, mas também a Califórnia e Indiana. Marc Marquez simplesmente adora correr de motocicleta na América e é fácil entender o porquê. Onze anos atrás, Márquez chegou ao Texas com expectativas tão esticadas quanto serão para Pedro Acosta neste fim de semana. Depois de conquistar os títulos mundiais de 125 cc e Moto2™, sua chegada à categoria rainha foi tão explosiva quanto qualquer coisa que testemunhamos antes ou depois nos 75 anos de corridas de Grand Prix. Ele terminou em terceiro, atrás das Yamahas supremas de Valentino Rossi e Jorge Lorenzo, na rodada de abertura no Catar. Marquez colocou os dados em alta com sua primeira pole da primeira classe, antes de demolir o adversário na corrida de 21 voltas. Marquez venceu em Austin na sua primeira participação nos EUA e na primeira aparição do circuito no calendário da MotoGP, lá em 2013, e seguiu vencendo depois conseguindo um total de 6 vezes ininterruptas. Seu caso de amor com o Circuito das Américas e depois com o país da América começou e só parou após seu acidente que todos nós conhecemos. Se essas vitórias texanas não tivesse sido suficientes, Márquez correu pelos Estados Unidos em 2013 como um redemoinho. Ele venceu em sua única corrida de primeira classe em Laguna e seguiu com a vitória em Indianápolis, que repetiu pelos próximos dois anos. Em suas três corridas da primeira classe em Indianápolis, ele estava invicto. Essas três vitórias americanas desempenharam um papel importante no primeiro título mundial de MotoGP™. Márquez foi simplesmente imbatível no Circuito das Américas mas nunca sem incidentes, sempre eles. Talvez esses são os principais adversários históricos do piloto. Deslizamentos maciços com cotovelo e ombro no chão, manobras bombásticas de ultrapassagem e até saltos em altura sobre as barreiras Armco, para chegar à sua segunda máquina e garantir a qualificação na pole fizeram parte do show. Já se passaram 903 dias desde que Márquez venceu um Grande Prêmio, mas alguns esperaram muito mais. O sete vezes campeão mundial Phil Read foi o mais paciente da categoria rainha. O Campeão do Mundo de 125, 250 e 500 cc esperou incríveis 3200 dias entre vencer o Grande Prêmio do Ulster de 1964 e o Grande Prêmio da Alemanha de 1973 em Hockenheim. Andrea Dovizioso teve que esperar 2.653 dias entre a vitória em Donington Park em 2009 e 2016 em Sepang. Até Valentino Rossi teve que esperar mais que Márquez. Novecentos e noventa e três dias separaram sua vitória em Sepang em 2010 e em Assen três anos depois. Não creio que alguém espere que Márquez espere tanto tempo. Se ele vai começar a ganhar Grands Prix novamente, ele não terá mais chances do que no domingo. Alguém duvida que ele poderá vencer, agora de Ducati? Nós não. Deixe o seu comentário.

E em 2021, Marquez voltaria a vencer no circuito:

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  • Vamos onboard sentindo a emoção em uma volta sensacional no circuito de Austin?

  • O Piloto da Moto2, Celestino Vietti, dirigiu-se às instalações da Milestone para conhecer a equipe de desenvolvedores do videogame MotoGP24, e assim dar-lhes feedback sobre a sua experiência de pilotagem virtual da MotoGP. Outros episódios, que provavelmente verão outras figuras do paddock tentando o jogo, chegarão antes do lançamento, em maio. VEJA O VÍDEO CLICANDO NA IMAGEM:

VAMOS ANTECIPAR A ETAPA AMERICANA PELO GAME OFICIAL?

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  • Marc Marquez, Viñales e Jack Miller opinam sobre as mudanças para 2027: Marc Márquez manteve a pressão na MotoGP para dar aos pilotos mais influência sobre o desempenho de suas máquinas nas regras futuras. Já falamos bastante disso aqui e nada ainda é oficial, embora as negociações estejam avançando para o próximo ciclo de cinco anos para regras técnicas, a partir de 2027. Espera-se que as principais mudanças envolvam uma redução no tamanho do motor (de 1.000 para 850 cc) e na aerodinâmica, enquanto os dispositivos de altura poderiam ser banidos e limites de combustível mais rígidos devem ser impostos. O seis vezes campeão de MotoGP Marquez deixou claro que quer ver mais controle nas mãos dos pilotos, para produzir um melhor show de corrida: “Depende se pretende ter uma categoria de MotoGP [para] o espetáculo, os espectadores ou a moto perfeita. Prefiro ir ao show. Se você tirar um pouco de aerodinâmica, se você tirar alguns aparelhos [dispositivos de altura], todas essas coisas, acredito que para o show será melhor. Porque agora é muito mais difícil ultrapassar do que no passado. A ‘moto perfeita’ significa optar por mais aerodinâmica, o que significa que os tempos de volta serão mais rápidos. Mas as pessoas em casa não percebem se estamos um segundo mais rápidos ou mais lentos na TV. Então eu seguiria por aqui: Menos aerodinâmica, tudo mais manual e para o show será melhor.” Com relação ao tamanho do motor, Jack Miller, da KTM, não se importa: “Nós montamos as melhores motos do mundo. Se forem 850 cc ou 1200 cc vamos montá-los.” Mas o australiano admitiu que as velocidades estão muito altas: “Estamos indo bem rápido agora. Mesmo com minha bunda gorda na moto conseguimos fazer 360 km/h no Qatar! Continuamos tendo esse problema, as pistas ficam cada vez menores [porque] a velocidade está aumentando. 360 não é o ideal, mas este é o auge do motociclismo. Eles já estiveram [800 cc] antes. Eles acabaram voltando [para 1.000 cc]. Mas a mudança é boa porque permite que alguns fabricantes comecem do zero… E posso pensar em alguns que gostariam de começar do zero!” A era anterior de 800 cc decorreu de 2007-2011, o que significa que, do atual grid, apenas Aleix Espargaro correu com os protótipos de motores mais pequenos. A época era ruim, pois as ultrapassagens eram poucas: “Não sou técnico! Nunca montei [800 cc] no passado… e 2027 é longe demais!” disse o piloto de fábrica da Aprilia, Maverick Vinales, sobre as regras futuras: “Talvez eles possam [até] encontrar mais poder, não sei. Mas é claro que se eles retirarem o aero, você não poderá colocar a mesma quantidade de energia saindo das curvas, então provavelmente você não poderá atingir as mesmas velocidades máximas. Então se a finalidade for a segurança, [talvez] as motos estarão com menor velocidade máxima. Mas não sei se vai ser mais divertido [para o piloto] porque é sempre um desafio diferente.” A expectativa é grande, vamos aguardar e ver no que vai dar.
  • O que os pilotos fazem quando não tem o que fazer?
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  • FECHADO: Quartararo estende contrato da Yamaha até 2026: Para surpresa de muitos, menos nossa, pois aqui no canal já havíamos antecipado isso, a Yamaha Motor Co Ltd. confirma Fabio Quartararo como piloto da Fábrica Yamaha para a temporada de MotoGP™ de 2025 e 2026. Manter o francês excepcionalmente talentoso na equipe Monster Energy Yamaha MotoGP™ era uma prioridade máxima para a fábrica de Iwata, e eles estão se esforçando ao máximo para apoiar Quartararo. Sua decisão de ‘ficar com a equipe azul’ foi positivamente influenciada pelo forte compromisso que a Yamaha assumiu para voltar às vitórias com o desenvolvimento contínuo da YZR-M1. Embora “apenas” no quarto ano juntos, a combinação Quartararo-Yamaha já é considerada uma dupla natural entre os adeptos do MotoGP™. A parceria de sucesso levou ao primeiro título do Campeonato Mundial de MotoGP™ de Quartararo em 2021, em sua primeira temporada com a Factory Team, e ao vice-campeonato na corrida pelo título de 2022. Outros destaques da Yamaha no currículo de Quartararo são as 8 vitórias em corridas e 21 pódios com a equipe de fábrica nas temporadas 2021-2024, bem como as 3 vitórias em corridas e 10 pódios com a equipe satélite nos dois anos anteriores. Além disso, ele garantiu 16 pole positions, e 41 partidas na primeira fila de um total de 93 fins de semana do Grande Prêmio a bordo do YZR-M1. Estas conquistas, para além das suas inegáveis competências, motivação inigualável e personalidade alegre e contagiante, têm a Yamaha totalmente confiante na sua parceria com o jovem de 24 anos. Vamos saber das declarações: Fábio Quartararo: “Estou muito feliz em anunciar que vou continuar minha aventura no BLUE! No inverno passado, a Yamaha provou-me que eles têm uma nova abordagem e uma nova mentalidade agressiva. Minha confiança é alta: voltaremos juntos à frente! Há seis anos, deram-me a oportunidade de avançar para o MotoGP e, desde então, alcançamos grandes feitos juntos. Ainda temos um longo caminho pela frente para começar a lutar pela vitória novamente. Trabalharei muito e tenho certeza de que, juntos, alcançaremos nosso sonho mais uma vez!” Lin Jarvis, Diretor Geral da Yamaha: “Manter Fabio como parte da Equipe de Fábrica é parte integrante do Projeto de MotoGP da Yamaha. Fabio é um talento excepcional, um trabalhador, um grande piloto de equipe, e ele tem muitos anos competitivos pela frente. A Yamaha Motor Company, a Yamaha Motor Racing e a Monster Energy Yamaha MotoGP Team não estão poupando esforços para garantir um futuro brilhante com o Fabio, adotando uma” abordagem mais agressiva “para o desenvolvimento de motos. Já fizemos mudanças significativas na nossa organização, incluindo um novo sistema de gestão interna, recrutamento de conhecimentos de topo na indústria, novas parcerias técnicas externas, aumento do orçamento de desenvolvimento e um programa de testes intensificado. Todas essas mudanças são projetadas para acelerar o processo para que voltemos às formas vencedoras. Fabio compreendeu este compromisso e isso deu-lhe confiança para tomar a sua decisão de permanecer conosco durante os próximos anos. Fabio está na Yamaha desde 2019 e conosco, a Factory Team, desde 2021. Num espaço de tempo relativamente curto de apenas quatro anos, alcançamos muitos sucessos. Somos os primeiros a admitir que há muito trabalho a fazer para voltar ao nível competitivo em que estávamos em 2021 e no primeiro semestre de 2022. Mas com Fabio você sabe que ele sempre fará 100% de seu melhor esforço. Também lhe é natural criar harmonia e um bom ambiente com todos os funcionários. Ele pode contar com o total apoio da equipe e da Yamaha em cada etapa do processo, enquanto desafiamos a conquista de mais campeonatos juntos.” E nós aqui do canal, já havíamos antecipado que isso deveria acontecer, conforme vídeo publicado em nosso canal. Você já sabe que aqui a informação chega sempre e chega primeiro:
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Parece que o FQ20 realmente acredita no projeto 4 em linha da Yamaha. Eles não divulgam, mas certamente os valores do novo contrato devem ter agradado também. E olha que o salário dele já era alto, conforme já publicamos aqui no passado:

  • A empresa-mãe KTM, Pierer Mobility Group, adquiriu maioria da MV Augusta e abre portas para a MotoGP em breve: Pierer Mobility Group, com sede na Áustria, adquiriu uma participação de 50,1% na histórica fabricante de motocicletas MV Agusta, adicionando a marca que muitas vezes na história esteve em dificuldade a sua boutique. A marca, inclui em seu portifólio, KTM, Husqvarna, Gas Gas e a fabricante de suspensões para automobilismo WP. A empresa, também conhecida como Pierer Mobilidade AG, também possui feltro fabricante de motocicletas de alta qualidade juntamente com algumas empresas de tecnologia e P & D associadas à mobilidade de duas rodas em geral. A aquisição pode marcar um novo início, mas esperançosamente mais fortuito, para a marca icônica, depois de anos navegando em uma pista acidentada cheia de buracos financeiros. Pode inclusive, abrir portas para a MotoGP, possibilidade que já tratamos aqui em outra oportunidade. Vamos conhecer um pouquinho da história da MV Agusta? Vem conosco pois muita coisa aqui pode te surpreender. MV Agusta, uma marca lendária na indústria de motocicletas, originou-se na Itália como um fabricante de aviões de sucesso logo após os irmãos Wright tomarem voo em 1903. Mas com a Itália proibida de fabricar aeronaves após a Segunda Guerra Mundial, a empresa mudou para motocicletas e, em meados da década de 1960, estabeleceu-se como designer e fabricante de motos de desempenho premium, incluindo máquinas de corrida. Na verdade, a MV Agusta produzia e vendia modelos que apresentavam quatro cilindros e freios a disco em linha, como o 600 Turismo e o 750S, três anos à frente do modelo CB750 marcante da Honda, que estreou em 1969, marcando este pioneirismo que mudou para sempre a indústria. Mas os MV’s, embora provavelmente superiores, foram feitos em pequeno número, eram muito mais caros e tinham uma presença limitada fora da Europa. Ainda hoje, as máquinas de quatro cilindros MV Agusta das décadas de 1960 e 1970 são altamente valorizadas e normalmente, vai para somas de seis dígitos em leilão. A empresa também teve sucesso consistente nas corridas, vencendo 37 campeonatos mundiais – o maior número de qualquer fabricante de motocicletas até o momento. Mas os modelos MV Agusta, então como agora, foram produzidos em números ofuscados por marcas asiáticas e outras marcas europeias como BMW, Ducati e Moto Guzzi. O fundador, conde Domenico Agusta, faleceu em 1971 e, sem sua liderança constante, a empresa logo naufragou. Em 1980, as portas foram fechadas, mas a marca foi revivida pelo conglomerado italiano de motos Cagiva em 1992. Na época, a Cagiva também era proprietária da Ducati, Husqvarna e Moto Morini. Novos designs foram elaborados para o mercado moderno. Em 1996, uma nova máquina de quatro cilindros MV Agusta 750 cc, a lendária F4, estreou. Vestido com carroçaria rakish projetado pelo estilista da Ducati 916 Massimo Tamburini, a nova MV Agusta F4 foi uma sensação imediata, e foi incluído no marco Arte da Motocicleta, exposto no museu Guggenheim em Nova York. No entanto, a controladora Cagiva já havia caído em dificuldades financeiras e teve que fazer algumas negociações para garantir uma entrada financeira. Ironicamente, na remodelação que se seguiu, a MV Agusta tornou-se a empresa-mãe da Cagiva. Enquanto isso, a F4 continuou em produção, crescendo para um motor de um litro completo de deslocamento e fazendo quase 200 cavalos de potência em 2004. Mas os problemas financeiros persistiram e, em 2008, a MV Agusta foi comprada por um pretendente improvável que procurava uma possível entrada no mercado de motocicletas esportivas aquecido: a Harley-Davidson. A lua de mel foi breve e a Harley vendeu a MV para a família Castiglioni na Itália no ano seguinte por um euro, ou cerca de um dólar. Com a nova liderança, surgiram novos modelos, incluindo uma série de motocicletas urbanas de três cilindros estilo “naked”, juntamente com as elegantes máquinas F4. Apesar dos desafios, a MV vendeu quase 10.000 unidades em 2014, mas a empresa simplesmente não conseguiu escalar e os proprietários concordaram com um investimento da Mercedes AMG para, esperançosamente, aumentar a capacidade. Dois anos depois, a Mercedes alienou sua participação na MV e a empresa entrou em proteção contra falência, reduzindo a produção e demitindo funcionários. Mas a MV Agusta continuou e as motos continuaram a ser feitas apesar de poucas, muitas vezes na produção de apenas algumas centenas de unidades da série “limited. Em 2017, um grupo de investimento russo tentou, mas só em 2022, quando o Grupo Pierer adquiriu uma participação de 25% na empresa, é que parecia que a marca tinha finalmente encontrado uma base financeira sólida. Os executivos da KTM foram encarregados de colocar as peças e os problemas de produção em ordem. Agora, o grupo Pierer aumentou a sua participação para um controle de 50,1%, algo que planejava fazer em 2025, mas decidiu avançar com este ano conforme as condições financeiras o permitissem. “A opção de compra concedida à KTM AG com base nas demonstrações financeiras anuais… será agora exercida prematuramente” disse a empresa em comunicado à imprensa. KTMassumirá a… gestão industrial da MV Agusta” daqui para frente. O comunicado de imprensa também afirmou que um objetivo é produzir 10.000 unidades da fábrica existente da MV Agusta em Verase, Itália. Provavelmente está planejada uma expansão adicional. O Site da MV Agusta mostra quatro modelos principais e mais de uma dúzia de variantes totais, incluindo uma nova entrada no popular segmento “adventure” chamado o Oriolo LXP. A moto off-road é alimentada por um motor de três cilindros de 931 cc fazendo mais de 120 cavalos de potência. A especificação superior Superveloce 98 sportbike, agora também alimentado por um trigêmeo de pistões, combina estilo moderno com alguns toques retrô que lembram as motos de corrida de meados do século passado da MV. O site da empresa também lista uma scooter e uma e-bike motorizadas. Até o momento em que este artigo foi escrito, nenhum novo modelo para 2024 foi anunciado ainda, embora a empresa estivesse presente no salão de motocicletas EICMA em Milão no final do ano passado, exibindo os modelos atuais de 2023. Então é isso, grande novidade para KTM através da Pierer Mobility Group, concretizando esse fato agora. A história mostra, entre dificuldades e vitórias, que as marcas vão se consolidando, e ver a icônica MV Agusta, multicampeã com Giacomo Agostini de volta a categoria máxima do motociclismo seria fantástico, e isso está ganhando força cada vez mais. Tomara.
  • Pedro Acosta cutuca: “Marquez fez com Rossi, agora eu fiz com ele”: É a vida, ninguém dura para sempre, nem na vida, nem no auge. Não é segredo que Acosta tem agitado desde a sua estreia no MotoGP™, mas o seu potencial é evidente há já algum tempo. Em apenas três anos na etapa do Grande Prêmio, conquistou títulos de peso leve e de classe intermédia, enquanto subiu ao pódio apenas na sua segunda participação numa moto de MotoGP™. Foi um desafio aprender, mas o espanhol chegou la. Participando de um popular programa de TV espanhola, ele disse: “No final, vejo o quanto mudei desde que participei do Campeonato. Cheguei aos 16 anos e agora tenho quase 20, então mudei. O primeiro ano correu muito bem, o terceiro correu muito bem, mas o segundo foi duro, foi difícil no início, e acho que agora sou diferente em comparação com o piloto que era quando comecei. Se eu não tivesse aprendido e amadurecido, teria sido expulso do campeonato porque meu ritmo de quebrar motos não era normal.” Muitos assistem Acosta há muito tempo e a sua entrada na categoria rainha despertou considerável expectativa, com um passeio emocionante no GP do Qatar não conseguindo diminuir o hype: “Bem, mudei de equipe, mudei de mecânico-chefe, mudei tudo, e essa foi a primeira corrida real que fiz porque o sprint de sábado é um aquecimento para domingo. Então, eu cheguei, tirei o capacete, eles se aproximaram de mim e sussurraram no meu ouvido: ‘Você só vai em frente’.’ E eu fui e dei tudo de mim.” Acosta forneceu uma das imagens definidoras do fim de semana de estreia, ao ultrapassar o oito vezes campeão mundial Marc Marquez (Gresini Racing MotoGP™) sob as luzes de Lusail: “Parece mais fácil na TV do que como eu experimentei isso. Ele fez com o Rossi, e agora já fiz também. Tens de ser um incômodo. Coloque a cabeça para fora e cause agitação. Foi lindo.” Apenas duas semanas depois, Acosta mais uma vez roubou os corações dos fãs da MotoGP™, já que a sua abordagem inabalável às corridas resultou num pódio impressionante para o jovem de 19 anos; o terceiro piloto mais jovem a fazê-lo na classe rainha. “Espero que tudo permaneça tão bonito quanto é agora. Estou me divertindo e sendo pago pelo que faço, o que mais eu poderia querer!” A estrela GASGAS Tech3 também prestou homenagem à sua família, especialmente ao seu falecido avô, que o ajudou a chegar onde está agora: “Acima de tudo, meu avô que não está aqui, não pôde vir. Ele fez tudo, o barco, o negócio… embora meu pai tenha sido quem administrou. Se minha família não tivesse feito tudo isso, eu não estaria aqui, estaria pescando com meu pai. Graças a eles, o sonho daquele menino tornou-se realidade. Então, tudo o que está acontecendo comigo não é por minha causa, porque treinei ou porque sou muito bom, mas é por causa deles, que arriscaram suas vidas, seus empregos e sua casa para uma criança que tinha um ‘hobby’. Então, tudo que sou hoje é graças a eles.” Acosta também mostrou seu lado lúdico no programa, explicando por que colocou à venda suas roupas íntimas usadas em uma plataforma de compra e venda de produtos em segunda mão: “Tenho um grande ego e procuro coisas sobre mim no Google. Um dia pensei em verificar o que estava sendo vendido de Pedro Acosta, e vi botas, controles deslizantes, luvas e coisas que não eram minhas, mas afirmavam ser. Então, cansei de ser ridicularizado assim e pensei que poderia rir deles vendendo minhas roupas íntimas usadas, mas vitoriosas.” É uma figura. Se ainda não guardou o nome dele, faça, pois ouvirá muito no presente e no futuro, como já afirmamos a muito tempo aqui no canal, que seria.

Veja um trecho da entrevista AQUI

  • KTM é a melhor opção para Marc Marquez: O futuro de Marc Marquez no paddock de MotoGP está no centro das discussões, com vários cenários possíveis até 2025. Depois de deixar a Honda para a Ducati através da equipe Gresini, Marquez parece estar recuperando seu ritmo competitivo, despertando especulações sobre seu próximo movimento. Coloca-se agora a questão de saber se Marc Márquez consideraria ficar na Gresini, que sabemos é a menos boa das Ducati por ser a última equipe satélite, ou procurar integrar uma equipe oficial, assumindo que a própria Ducati é uma opção distante dada a competição interna, pois é muito mais provável termos Jorge Martin ou Enea Bastianini como companheiro de equipe do já contratado Peco Bagnaia. Certamente a política e as relações que Marc mantém com a Ducati e com Dall’Igna serão muito importantes nesta negociação. A Ducati também quer ter os melhores pilotos nas suas fileiras e certamente se Marc fizer um bom trabalho neste ano, Dall’Igna e a Ducati poderão, talvez, apoiá-lo e querem que ele continue na marca no futuro. Uma possibilidade que ganha credibilidade é a de KTM, apoiado pelo mesmo patrocinador do Márquez, A Red Bull. Embora Pedro Acosta parece destinado a subir de série dentro do grupo KTM, afinal já mostrou talento diferenciado e é bem jovem, a ideia de atrair um piloto do calibre de Marc Marquez não deve ser descartado. Jorge Lorenzo, que hoje é comentarista da DAZN, da sua opinião: “A KTM seria aconselhada a tentar recrutar Márquez. Não só pela estatura de campeão que representa mas também pela sua conexão com Red Bull. Associar Márquez a Acosta poderia criar uma equipe dos sonhos“. E a Red Bull, que já costuma patrocinar atletas de ponta, é uma ótima ponte para isso acontecer. Outras equipes MotoGP como Aprilia e Yamaha parecem menos prováveis como destinos futuros para Marc Márquez, e a Honda, obviamente, também parece fora de questão, afinal para que voltar se ele acabou de sair, ainda mais com a Honda mostrando que não evoluiu: “Parece improvável ver Marquez retornar à Honda sem mudanças significativas. As motocicletas são atualmente as menos competitivas do grid.” Lorenzo sublinha a atratividade específica da KTM para Marc Márquez, tanto em termos de compatibilidade de estilo quanto de oportunidades. “KTM pode ser mais adequado para Marquez do que Ducati. Uma mudança de equipe não seria um obstáculo para um piloto de seu calibre. Não o vejo continuar na casa da Gresini mais um ano“. Um movimento em direção a KTM poderia ser lógico e vantajoso para todas as partes envolvidas, na opinião da lenda da MotoGP. E você, qual opinião tem? Deixe nos comentários.
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  • Liberty Media considera uma abordagem separada para a gestão da Fórmula 1 e MotoGP: Após o anúncio da Liberty Media da aquisição dos direitos de MotoGP, o mundo dos desportos mecânicos está aguardando uma possível revolução. A propriedade compartilhada com a Fórmula 1 levanta questões sobre a aprovação desta transação pelas autoridades reguladoras competentes. A Liberty Media está abordando esta aquisição com otimismo cauteloso. Greg Maffei, CEO da LibertyMedia, disse em conferência de investidores: “estamos considerando uma abordagem separada para a gestão da Fórmula 1 e do MotoGP, garantindo que cada entidade permaneça autônoma em suas atividades de marketing. Este aspecto, esperamos, promoverá a aprovação das autoridades reguladoras. Nossa posição atual nos permite dedicar o tempo necessário para garantir um processo de aprovação regulatória tranquilo, contrastando com as pressões sofridas pelo CVC em 2006.” Liberty Media encontra-se, portanto, numa encruzilhada crucial, com potencial para remodelar o futuro dos desportos mecânicos à escala global. Se a sua estratégia de distinção clara entre as duas séries e a sua abordagem ponderada aos reguladores derem frutos, isso não poderá apenas marcar o início de uma nova era para MotoGP mas também abrir caminho para novas dinâmicas competitivas e comerciais no mundo do desporto motorizado. Mas a cautela é importante, pois esse negócio lembra a tentativa fracassada da CVC CapitalPartners em 2006, que não foi aprovada devido a problemas antitrust. Ou seja, essa aquisição ainda pode dar errado se não for aprovada.
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  • A BMW vê 2027 como uma boa oportunidade na MotoGP: Markus Flasch, diretor da BMW Motorrad, tem uma boa visão: “2027 representa uma oportunidade perfeita para entrar no MotoGP, com a chegada de novas regulamentações que colocariam todos os fabricantes em pé de igualdade. Isso poderia oferecer a um recém-chegado como nós a chance de ser imediatamente competitivo.” Ele revelou que a BMW conversou com a Dorna sobre as regulamentações: “Avaliamos esta possibilidade falando sobre a regulamentação com Dorna. Rienne nos obriga a tomar uma decisão agora, mas a temporada 2027 seria lógico para começar“. Apesar da recusa anterior em substituir Suzuki no MotoGP, a chegada de Flasch à frente de BMWMotorrad parece ter aberto novas perspectivas. “O importante é primeiro convencer internamente com sólida análise estratégica. Não é apenas uma questão de financiamento, mas também marca imagem. A minha paixão pelo MotoGP é bem conhecida, mas as nossas decisões não se basearão apenas nisso. Nosso objetivo atual continua sendo ter sucesso no Mundial Superbike, ao avaliar o futuro desta competição e o valor de ir mais longe.” Essa paixão não vai interferir como ele diz, mas certamente abre os caminhos. Quanto à potencial coexistência do projeto WSBK da BMW com uma possível participação no MotoGP em 2027, Flasch preferiu permanecer esquivo: “ainda é cedo para comentar este ponto.” Dito isto, recordaremos as palavras de Kenan Sofuoglu, gerente de ToprakRazgatlioglu: se Toprak tiver sucesso com a BMW, ele poderá considerar o MotoGP“. Portanto, duas boas possibilidades estão na mesa: Toprak e a BMW na MotoGP. Vamos aguardar.

Novo domínio vermelho na MotoGP?

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MM93 e PA37 sempre próximos:

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Nada pra fazer quando não tem corrida…

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  • Liberty Media, que já comprou a F1, anuncia aquisição da MotoGP e do WSBK: É meus amigos, não demorou a vir o anúncio, veio no dia 1 de abril, mas é verdade. A Liberty Media Corporation anunciou um acordo para adquirir a MotoGP e também o Mundial Superbike. MotoGP™ é o auge das duas rodas, com 22 dos pilotos mais rápidos competindo em protótipos de motocicletas construídas especificamente em algumas das maiores pistas do mundo, atingindo velocidades máximas acima de 360 quilômetros por hora. Desde a primeira temporada em 1949, que decorreu em seis rodadas em toda a Europa, o desporto cresceu e abrangeu mais de 20 Grandes Prêmios nos cinco continentes, com a transmissão televisiva atingindo centenas de milhões em todo o mundo.

Enquanto que o WSBK é o auge das motos esportivas de rua, colocadas com algumas devidas alterações, na pista. E este novo acordo fará com que a Dorna Sports SL, detentora exclusiva dos direitos comerciais e televisivos da MotoGP™, continue a ser uma empresa gerida de forma independente e atribuída ao stock de rastreamento do Grupo de Fórmula 1 da Liberty Media. Carmelo Ezpeleta, que é CEO desde 1994, permanecerá em sua posição e continuará a administrar o negócio com sua equipe de gerenciamento. O negócio permanecerá sediado em Madrid. A Dorna também detém direitos exclusivos sobre outras séries de motociclismo, que além do WSBK, são Moto2™ e Moto3™, o Campeonato Mundial FIM Enel MotoE™ e o novo Campeonato Mundial Feminino de Circuit Racing da FIM. A Liberty Media adquirirá aproximadamente 86% da Dorna, com a administração da Dorna retendo aproximadamente 14% de seu patrimônio no negócio. A transação reflete um valor empresarial para Dorna/MotoGP™ de 4,2 mil milhões de euros e um valor patrimonial de 3,5 milhões de euros, prevendo-se que o saldo da dívida existente da MotoGP permaneça em vigor após o encerramento.

Greg Maffei, presidente e CEO da Liberty Media, disse: “Estamos entusiasmados em expandir nosso portfólio de ativos líderes de esportes e entretenimento ao vivo com a aquisição da MotoGP. MotoGP é uma liga global com uma base de fãs leais e entusiasmados, corridas cativantes e um perfil financeiro altamente gerador de fluxo de caixa. Carmelo e sua equipe de gestão construíram um grande espetáculo esportivo que podemos expandir para um público global mais amplo. O negócio tem uma vantagem significativa e pretendemos fazer crescer o desporto para os adeptos, equipes, parceiros comerciais e os nossos acionistas do MotoGP.” Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna, disse: “Este é o próximo passo perfeito na evolução da MotoGP, e estamos entusiasmados com o que este marco traz à Dorna, o paddock de MotoGP e fãs de corridas. Estamos orgulhosos do desporto global que crescemos e esta transação é uma prova do valor do desporto hoje e do seu potencial de crescimento. A Liberty Media tem um histórico incrível no desenvolvimento de ativos esportivos e não poderíamos desejar um parceiro melhor para expandir a base de fãs do MotoGP em todo o mundo. A aquisição deverá ser concluída até o final de 2024 e está sujeita ao recebimento de autorizações e aprovações pelas autoridades de concorrência e de direito de investimento estrangeiro em diversas jurisdições.

A Liberty Media Corporation opera e possui participações em uma ampla gama de negócios de mídia, comunicação e entretenimento. Esses negócios são atribuídos a três grupos de ações de rastreamento: o Liberty SiriusXM Group, o Formula One Group e o Liberty Live Group. Os negócios e ativos atribuídos ao Liberty SiriusXM Group (NASDAQ: LSXMA, LSXMB, LSXMK) incluem o interesse da Liberty Media na SiriusXM. Os negócios e ativos atribuídos ao Grupo Formula One (NASDAQ: FWONA, FWONK) incluem as subsidiárias da Liberty Media, Formula 1 e Quint, e outros investimentos minoritários. Os negócios e ativos atribuídos ao Liberty Live Group (NASDAQ: LLYVA, LLYVK) incluem o interesse da Liberty Media na Live Nation e outros investimentos minoritários. A Dorna Sports tornou-se a única detentora dos direitos comerciais e televisivos do Campeonato Mundial FIM MotoGP™ em 1991. Com sede em Madrid, com instalações em Barcelona e uma subsidiária em Roma, a Dorna é líder em gestão desportiva, marketing e mídia, e tem visto um crescimento contínuo ao longo dos anos, expandindo-se apenas de MotoGP™ para incluir outros campeonatos líderes de motociclismo em todo o mundo. Dorna detém direitos exclusivos sobre a série de alimentação de MotoGP Moto2™ e Moto3™, MotoE™, o Campeonato Mundial de Superbike e o Campeonato Mundial de Corrida de Circuito Feminino da FIM. A MotoGP™ é o auge das corridas de motos, com 22 dos pilotos mais rápidos competindo em motocicletas protótipos construídas especificamente em algumas das maiores pistas do mundo.

A MotoGP apresenta velocidades máximas acima de 360 quilômetros por hora (223 milhas por hora) e ângulos de inclinação de mais de 60 graus. Desde 1949, o esporte cresceu para compreender mais de 20 Grandes Prêmios nos cinco continentes, com a transmissão de televisão atingindo centenas de milhões em todo o mundo. Que esta aquisição venha para somar, e acreditamos que certamente será. Já fizemos um vídeo aqui explicando como isto já estava bem encaminhado. Veja no link:

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  • KTM e Yamaha querem a Pramac para 2025: Existem rumores de que a Pramac pode não continuar com a Ducati e sim fazê-lo com KTM e Yamaha. Com isso, o futuro da Pramac como equipe satélite da Ducati não está garantido. Mas qual o motivo de fazer isso e perder a moto mais forte do grid e a chegada do promissor Fermin ALdeger? A Pramac tem uma cláusula de rescisão em seu contrato com a Ducati que lhes permite sair e se juntar a outro fabricante em 2025. A fábrica de Borgo Panigale estabeleceu um prazo de férias de verão para a Pramac finalizar sua decisão. KTM e Yamaha tentam “sequestrar” a Pramac da Ducati. Se a Pramac decidir mudar, Aldeguer, que está cotado para a Pramac, obviamente será colocado em uma equipe satélite diferente da Ducati. Já havíamos antecipado aqui no canal, que Mauro Grassilli, novo diretor-esportivo da Ducati, havia confirmado antes da etapa de Portimão sobre Aldeger: “Com certeza, será a Pramac. Temos uma opção com eles para o futuro. Se eles aceitarem essa opção, terão Fermín pelos próximos dois anos.” Atualmente com Jorge Martin e Franco Morbidelli como pilotos, a Pramac equipou a Desmosedici com as mais recentes especificações, nomeadamente a melhor moto do MotoGP atualmente. No entanto, Martin, que tem contrato vencendo neste ano, já deixou claro que deixará definitivamente a equipe de Paolo Campinoti em 2025, para se transferir para a equipe de fábrica da Ducati ou para um fabricante rival. Isto deixa claramente um vazio para Aldeguer. Franco Morbidelli, cujo desempenho tem sido ruim até aqui, também é bem provável que perderá sua vaga. Opção alternativa para a Pramac, como é conhecida, a Yamaha e a KTM estão ambas tentando aumentar o seu lugar na grid. Atualmente a Yamaha utiliza apenas duas motos, mas pretende adicionar uma equipe satélite em 2025. A KTM tem atualmente a equipe Tech3 GASGAS, mas tem planos de crescimento ambiciosos. Enquanto isso, a outra equipe satélite da Ducati, VR46, também está pensando no seu futuro. VR46 está usando uma Desmosedici de 1 ano e a temporada de 2024 não está indo como eles esperavam. A Yamaha, onde o dono da equipe VR46, Valentino Rossi, é uma lenda e embaixador da marca, também é uma consideração para a equipe liderada por Uccio Salucci e Pablo Nieto. Portanto são muitas as possibilidades para um futuro próximo. Sobre a VR46 e essas possíveis mudanças, já falamos nos vídeos abaixo:
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E também já antecipamos essa possibilidade bem antes, lá em 2022:

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  • Pit Beirer da KTM fala sobre a possibilidade de Dani Pedrosa pilotar em 2024 na Espanha: Pedrosa voltou ao seu amado Jerez em 2023 e marcou um P6 fenomenal na Sprint, e depois um P7 na corrida, e pelos sons disso, há uma forte chance de vermos o famoso #26 no Circuito de Jerez-Angel Nieto em 2024: “Eu acho que sim. Dani já estava testando para nós novamente em Jerez esta semana. Sinto que ele está se preparando para isso. É sempre como se tivéssemos um compromisso, nunca o pressionaremos a fazer uma corrida. A última chamada está do lado dele para dizer “Quero ir”. Mas ele parece bem forte e rápido novamente no teste esta semana, acho que ele está pronto, ele só precisa dizer sim e ir lá, estamos prontos para ele.” É sempre um grande momento em que recebemos de volta pilotos do calibre de Pedrosa ao grid da MotoGP™ para participações como wildcard. Este é especialmente o caso quando está no Grande Prêmio em sua casa. E depois do desempenho com duplo P4 de Pedrosa no GP de San Marino do ano passado, um desafio no pódio não será descartado se um wildcard se concretizar. Sem nada confirmado da KTM, certifique-se de manter os olhos abertos para ver se Pedrosa estará competindo em Jerez. Seria interessante. Vamos aguardar.
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  • SURREAL: Viñales lutou em P2 em Portimão tendo que, as vezes, forçar cinco vezes para a marcha engatar: A Aprilia precisa de mais confiabilidade na sua moto. O fim de semana não foi uma decepção, mas da para dizer que talvez possa ser um chamado à atenção, para tentar melhorar de alguma forma um pouco mais a confiabilidade da moto. Apesar de toda a percepção pública de Maverick Vinales como temperamental, até mesmo caprichoso, e de todas as evidências do passado que existem para apoiar isso, este é um piloto que tem sido estranhamente bom durante grande parte de sua recente carreira no MotoGP. E o que aconteceu em Portugal com ele, foi algo que ninguém deseja. A moto quebrou na última volta e o jogou fora da disputa, na verdade a moto já vinha quebrada desde o começo da prova, como ele mesmo disse. Embora seus comentários pós-corrida sugerissem fortemente que o que foi perdido não foi apenas um pódio duplo, mas um fim de semana potencialmente ‘perfeito’ de 37 pontos, pois não fossem os problemas ele poderia ter brigado com Martin. E isso tudo parecia quase impensável dados os problemas iniciais de Vinales com o Aprilia RS-GP de 2024 durante a temporada até agora. O companheiro de equipe Aleix Espargaro, que disse que a corrida de Vinales em Portimão foi “fantástica”, e transmitiu o devido desânimo: “É uma coisa estúpida que aconteceu com ele. Lamento muito por Maverick, por Romano [chefe de tecnologia da Aprilia] e por todos na Aprilia, porque eles estavam fazendo uma corrida incrível“. E o domingo é mais importante. As vitórias na sprint e os pódios na sprint atualmente não contam o mesmo que os sucessos de domingo – e embora o erro de Bagnaia tenha reduzido o resultado de Vinales no sábado de nove para 12 pontos, a edição de domingo tirou 20 do tabuleiro, 20 que podiam ter sido 25 para Maverick: “Tem sido incrível como, quando obtenho o equilíbrio correto, posso ir muito rápido com esta moto. E apesar dos problemas que tive na sexta volta, da quinta para a sexta marcha, às vezes não entrava, então eu estava atingindo as RPMs [limite] por tanto tempo, estava perdendo muito na velocidade máxima, estava perdendo alguns décimos. Mas apesar disso consegui fazer 1m38s. E isso foi incrível.” E os números da armadilha de velocidade volta a volta de Vinales mostram a situação de forma bastante clara. Na sprint, Vinales ultrapassou 339 km/h de velocidade a cada volta. Na corrida principal (onde as velocidades máximas eram compreensivelmente mais lentas, mas não muito mais lentas), ele ficou acima de 339 km/h por apenas nove voltas de 23. E ele estava a reboque praticamente toda a corrida. Em comparação, o companheiro de equipe Espargaro nunca caiu abaixo de 341,7 km/h na reta. “Eu estava apenas orando para ir em [sexta marcha]. Eu pressionava umas cinco vezes e depois entrava. É assim. Às vezes pode acontecer, e aconteceu aqui. Prefiro que isso aconteça quando você estiver na frente. Imagine se eu fosse 10º e isso acontecesse, ficaria muito desapontado. Mas agora só digo que estou muito motivado e me vejo vencendo outra corrida novamente.” É certo que pegar Martin é uma coisa e ultrapassá-lo é outra, mas Vinales claramente tinha muito na reserva em todos os lugares, exceto a principal reta para pelo menos dar uma chance muito, muito boa: “Toda a corrida pensei que poderia lutar pela vitória. O problema é que a caixa de câmbio piorava cada vez mais. Então, toda vez eu perdia mais na reta principal. Acho que estava perdendo 0,2 s na reta principal e depois recuperei toda a diferença novamente. Então… honestamente, com todos esses problemas, eu estava hospedado em 1m38,8s, 1m38,8s, era inacreditável. Porque pode ser 1m38,6s. Estou muito feliz, não sei o que dizer.” Mas com tudo isso, que bom que ele não se machucou. Agora é pedir a Aprilia por melhorias na moto: “Eu realmente encorajo todos os técnicos da Aprilia a melhorar essa área. Acho importante se você quiser lutar todo fim de semana, principalmente por vitórias.” Espargaro considerou que o problema era na verdade uma repetição do problema que destruiu a corrente do RS-GP de Vinales em Jerez no ano passado. O próprio Vinales não tinha certeza, mas disse que “parecia semelhante na moto“. Mas, em qualquer caso, o resultado é o mesmo: zero pontos. A Aprilia é boa e é rápida, o problema tem sido a confiabilidade, coisa que não acontece nas outras marcas. As outras tem problemas sim, mas normalmente são problemas principalmente nos dispositivos de altura, que até falham bastante. E lembrando ainda, Viñales teve durante todo o final de semana, um problema de gastroenterite, então o mínimo que a moto devia ter feito, é levá-lo até a bandeirada final. Não deu.
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  • O tamanho do feito de Pedro Acosta em Portimão – comparando eras: Tudo o que Acosta fez na etapa portuguesa foi feito em uma pista onde a MotoGP não tinha testado, ao contrário do Qatar, o que significa que foi a primeira vez que Acosta navegou no formato específico de fim-de-semana do MotoGP como um verdadeiro estreante no seu corsário Tech3 Gas Gas KTM. Na sprint de sábado, Acosta rodou atrás das KTMs de fábrica (pelo menos até a queda de Brad Binder), com Aleix Espargaro como seu principal rival (vencido) na batalha pelo sétimo lugar. E na corrida de domingo foi aquilo que vimos, primeiro pódio, vitória pra cima dos dois KTMs de fábrica e vitória pra cima da dupla Marquez/Bagnaia. Incrível. Espargaró comentou o seguinte: “Não sei o que ele comeu no café da manhã. Porque ontem éramos parecidos e hoje ele estava em outro planeta. Ele tem sido incrível, a maneira como anda de moto, a maneira como para a moto. Já não é um novato. Ele é inacreditável, quão rápido ele é.” Mas Espargaro fez então outro comentário revelador, que nas entrelinhas pode ser uma crítica aos pilotos oficiais KTM: Todos disseram que Brad Binder é um piloto muito forte – ele é um piloto muito forte – mas parece que a KTM também não é uma moto ruim. Porque imediatamente ele [Acosta] está lutando pela vitória, louco. ‘Vitória’ é um pouco hipérbole (exagerado), mas permanece o fato de que Acosta apareceu nos pilotos RC16 estabelecidos em Portimão.” E lembrando, graças a queda do Marquez na citada etapa, onde fez zero pontos, Acosta agora é o líder das motos satélites. E com isso,  é lógico que a marcha constante da KTM em direção à frente na classificação de marcas da MotoGP, primeiro ancorada por Pol Espargaro, depois por Binder, tem ótimas chances de ser sobrecarregado pela progressão natural de Acosta. E claro que os pilotos KTM de fábrica já começaram a olhar para Acosta. Miller, pelo menos, foi poupado da relativa indignidade de ser ultrapassado em batalha – ele cedeu seu lugar a Acosta quando Binder o cortou, um pouco sem cerimônia, ao se aproximar da Curva 1 e o expulsou da pista: “Eu realmente não tive chance [de me defender contra Acosta]. Eu e Brad chegamos bem perto na zona de frenagem e então acabei no meio-fio, deixei a porta aberta para Pedro. Pedro pilotou de forma fantástica. Assim que passou por Brad, ele meio que colocou o martelo no chão. Quero dizer, Brad e eu tínhamos a língua pendurada tentando persegui-lo. Mas… não poderíamos fazer nada a respeito. Eu te digo, quando ele passou por mim, ele estava rolando, hein?. É realmente especial. Quando você o observa pilotar, você pode ver o quão bom ele é. A maneira como ele consegue controlar a moto – carrega muita velocidade de curva, pega bem. Ele é um verdadeiro ato de classe. Então… o chapéu para ele. Ele realmente merece um pódio“. E se o Qatar foi particularmente castigador para Miller (enquanto Binder ainda geralmente tinha Acosta coberto), aqui Binder também sofreu uma derrota inconfundível. Já Binder nem sequer tentou jogar para baixo, realmente – em vez disso, concentrando-se publicamente no valor de ter Acosta ao lado dele: “Acho que uma das minhas maiores bênçãos como piloto é que sempre tive companheiros de equipe que realmente me pressionaram. Sempre tive bons companheiros de equipe. Você pode encarar isso como uma bênção ou uma maldição, mas sempre foi muito bom para mim. Juntos podemos continuar pressionando e tentar fazer todo esse projeto avançar.” E o vencedor da corrida de Portugal, Martin, que se comparou a Acosta como já falamos aqui, está completamente certo. Acosta está a ter um início semelhante a ele em muitos aspectos: ambos fizeram uma estreia no Qatar em que deslumbraram e mastigaram os pneus, e ambos seguiram imediatamente com um pódio. Martin teve imediatamente uma lesão brutal, coincidentemente, em Portimao, o que condicionou o seu processo de aprendizagem. Mas ele foi mais rápido em 2021 e 2022 do que mostra a sua posição no campeonato, e você poderia afirmar fortemente que em meados do seu terceiro ano ele já era o piloto “libra por libra” mais rápido do MotoGP. Acosta, presumindo que ele permaneça saudável, poderia estar em um cronograma ainda mais rápido do que isso. Isso nunca pode ser dado como certo. O progresso do MotoGP não costuma ser linear. Como Binder – ele próprio um vencedor da corrida em sua terceira largada no Grande Prêmio – destacou, mesmo que você seja rápido desde o início, logo “pegará surpresas ao longo do caminho“. E Portimao certamente não testou o Acosta da mesma forma que o Qatar, em particular em termos de gestão de pneus. Mas Binder também postulou, de forma bastante magnânima, que para um novato “é mais difícil agora do que quando entrei“. E o que vai acontecer? Que bom que não sabemos e teremos que sentir a emoção corrida a corrida.
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Um pouco de retrospectiva do GP anterior:

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De salto a Honda é boa:

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Acosta e suas peripécias

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No começo da prova já teve um enrosco entre os dois protagonistas da queda mais falada:

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Qual a melhor ultrapassagem, comente ai:

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  • Será que Bastianini pensou que poderia vencer Martin? Embora poleman, Enea Bastianini não consegui subir ao degrau mais alto do pódio deste fim de semana na Península Ibérica contentando-se com um 2º lugar no domingo, após um 6º durante a Sprint. Graças à sua regularidade, voltou mesmo assim ao 3º lugar do campeonato, à frente do companheiro Francesco Bagnaia, que foi penalizado por ele mesmo fazendo zero ponto na corrida. Será que Enea pensou que poderia vencer? “Sim, foi uma corrida muito agradável para mim, e depois dos grandes erros cometidos ontem, foi importante fazer um bom resultado hoje. A largada foi boa para mim hoje, mas a do Jorge foi melhor e ele assumiu a liderança. Mas para o resto da corrida, eu tentei passar por Maverick, mas foi muito rápido, especialmente na última área, e eu não podia tentar atacá-lo. E na última parte da corrida, onde posso sempre fazer algo mais, tentei apanhar o Maverick na última volta, mas para o Jorge, foi impossível hoje porque ele era perfeito. Ele não cometeu erros Parabéns a ele!” Você teve problemas na escolha dos pneus? “Sim, pela minha parte, acho que com o médio é um pouco melhor, mas nesta pista foi o grande problema para nós, na Ducati. Acho que também posso falar pelos outros pilotos da Ducati e tenho visto muito mais conversas conosco em comparação com outras motos.” Sobre pensar em vencer, ele disse: “Sim, só um pouco (risos) porque sei que Jorge estava na frente e eu atrás do Maverick, e foi difícil para mim pensar na vitória hoje. Meu objetivo era tentar lutar contra Maverick no último round, e acho que a vitória não foi possível hoje. Mas como eu disse anteriormente, acho que Jorge foi perfeito durante toda a corrida e acho que foi muito perigoso.
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  • O que disse o vitorioso do final de semana, Jorge Martin? Foi o que foi, vencendo novamente no domingo. Eu tinha um pouco de dúvidas, porque ultimamente estou muito rápido aos sábados, mas aos domingos não. Mas acho que foi uma vitória muito madura numa pista onde quase perdi tudo. Depois de quebrar nove ossos em 2021, que eu estava pensando em sair, estar aqui em primeiro lugar é um resultado incrível. Aquele ritmo, aquela maturidade, descer aos poucos, saber gerir essa distância sem ir longe demais, acho que tem sido crucial. Muito feliz”. E sobre ser o novo líder do campeonato, ele disse: “Bem, aprendi muito a viver o momento. Hoje estamos aqui e acho que você tem que aproveitar cada segundo. Então vou aproveitar essas duas semanas, mas quem sabe o que acontecerá em Austin. Então agora é a hora de aproveitar”. E como ele administrou pra cima de Viñales e Bestia? Foi uma guerra com eles, mas eu sabia que estar à frente era mais comigo mesmo. A melhoria de mim setor por setor, sendo muito constante. E enquanto eu tivesse esses três ou quatro décimos, era algo comigo mesmo. Se eu descesse daí, teria que apertar com mais força. Mas tem sido muito constante, uma guerra muito constante. E mantendo aquela distância de sete décimos eu sabia que poderia percorrer todo o caminho”. E ficar a frente já no início foi fundamental: Para mim sim. Ontem podia ter sido, mas tive um susto com o Miller. Hoje, sendo o primeiro, já disse ‘vale, agora economize um pouco, tente gastar o borracha limpa’. Porque sofro muito quando atacamos a borracha desde o início. Então você paga em quatro ou cinco voltas. Então decidi que essas voltas eram calmas, mas mantendo esses dois décimos com Maverick que também estava apertando. Bem, a chave começa na qualificação da tarde de sexta-feira no Q2. Isto para começar, para não ir a reboque. E a partir daí a qualidade é super importante. A primeira linha é muito importante. Ainda acho que a corrida ainda é o nosso ponto fraco, mas acho que a chave para vencer no domingo é um bom começo”. E ele encerrou comparando a excelente estreia de Acosta com a sua estreia: Bem, o que eu disse antes me lembra muito da minha situação no meu ano de estreia. Conquistei a pole e o pódio na minha segunda corrida. Então, mesmo resultado”.
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  • Viñales fala da batalha que teria com Martin não fosse o problema no câmbio: Vencer a sprint no sábado e chegar à corrida cheio de confiança foi o que aconteceu para Maverick. Mas o problema no câmbio impediu uma festa completa: “Acabei com tudo, estava bem para a corrida. No final, quebrei a caixa de mudança. A partir da volta 6 a quinta e a sexta deram errado, toda vez que via perdia muito na reta. Foi assim até a última volta, que não entrou mais na sexta. Depois desci para área de escape, demorei um pouco para ver o que estava acontecendo, e quando fui abrir o gás a marcha voltou a entrar e me jogou para cima. Felizmente quebrou lá, porque há lugares mais perigosos lá. Temos que continuar melhorando, principalmente a confiabilidade da Aprilia, e continuar crescendo. Acho que tivemos uma boa corrida. Isso me deixa com raiva porque sem o problema provavelmente teria sido uma bela batalha com Jorge. E poderíamos ter lutado até o fim, que era o objetivo que tínhamos“. E ele está, mesmo assim, feliz: “Bem, feliz. Sabemos que depende do equilíbrio que temos na motocicleta, podemos fazer coisas como hoje, então temos que ter esse equilíbrio. Estou muito feliz com isso, mas ei, poderia ter sido um 1-1, mas você tem que estar feliz. Já ganhei um peso enorme, e hoje um patamar, sobretudo de condução, como nunca antes“. Apesar do duro golpe, ele espera ser 100% para Austin. “São três semanas. Não. Não tenho feito nada sério. Certamente terei algum hematoma, mas em três semanas me recupero bem e agora relaxo. Este fim de semana eu coloquei muito esforço na máquina. Eu realmente tentei muito“. E a Aprilia já detectou o problema: “É algo que acho que não vai acontecer de novo. Não, não preocupa porque acho que está bem identificado, então não preocupa. Mas é algo que se repete há vários anos. No ano passado Aleix também teve alguns problemas, então é algo que eles realmente precisam melhorar na fábrica. E se quisermos lutar lá todos os dias, temos que melhorar essas coisas também e não devemos perdê-las de vista“.
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  • Pedro Acosta tem sido um bom aluno: Pedro Acosta conquistou o seu primeiro pódio no MotoGP, terminando a corrida na terceira posição, logo atrás de Jorge Martín e Enea Bastianini. Foi beneficiado, claro, pelo problema do Viñales, mas isso faz parte, vamos lembrar no futuro desse pódio, e principalmente pela sua excelente atuação, afinal o pódio só veio porque ele estava em quarto naquele momento. Com este pódio, Pedro Acosta torna-se o terceiro piloto mais jovem da história a subir ao pódio no MotoGP. Não admira que ele tenha ficado feliz depois da corrida. “Tem corrido muito bem. Não sei como consegui, não tinha isto em mente este fim-de-semana. Estou mais que feliz hoje. Tem começado a partir do aquecimento. Começamos a tentar algo diferente, principalmente para a saída, porque ontem foi um desastre. Então, como eu te disse, se não consertarmos isso, terei que sair em primeiro de todas as corridas para conseguir o sétimo. É verdade que melhoramos um pouco a produção. Ainda é um pouco difícil para mim desenganchar o dispositivo na frente, então tive que frear pela frente um pouco mais e Marc e Brad passaram por mim“ E Acosta tem sido um bom aluno: “Mas consistente, acima de tudo tentei fazer as primeiras voltas com calma para não superaquecer o pneu traseiro. Acho que foi o que aconteceu no Qatar. Vendo como brincavam com seus corpos, tente copiar um pouco para não destruir os pneus novamente. Tantas voltas atrás de Pecco me ajudaram a aprender o que ele fez com seu corpo, com a motocicleta, com sua inclinação. Bem, aos poucos temos avançado”. E ele se sente melhor na corrida grande: “Sabíamos que estas corridas eram mais normais para nós, porque a Sprint está sendo problemático. Especialmente por causa das configurações da motocicleta, precisamos que a motocicleta seja um pouco mais apoiada no chão. Também a mentalidade do que eu tenho feito por tantos anos, fazendo corridas muito longas com muita gasolina. Acho que temos que melhorar a sprint, mas já temos a corrida”. E ele reconhece que quem está ao seu redor também está fazendo um ótimo trabalho: “Estão a levar-me pelo caminho certo, estão a trabalhar muito à tarde e à noite. Cada vez que acordo tenho vinte mensagens de técnicos e engenheiros de coisas que vêm melhorar. Então saímos no dia seguinte com as coisas claras ou com prioridades. Muitas vezes não é fácil, então acho que eles também estão fazendo um bom trabalho“. Ficar atrás do Peco foi um aprendizado:  Ele brinca com o corpo e ganha um pouco de tração, principalmente nos primeiros metros de aceleração, o que acho que me falta um pouco. Esta corrida tem sido um pouco útil para isso
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  • Ducati se manifesta sobre o acidente entre Marquez e Bagnaia: Ducati, sempre ela, protagonista do GP de Portimão. Protagonista com Martin, com Enea Bastianini, mas principalmente com Marquez x Peco. O acidente de ambos fez com que a Ducati colocasse as mãos na cabeça. Cláudio Domenicali falou sobre tudo isso deixando claro seu ponto de vista sobre o assunto: “Conseguimos o primeiro e o segundo lugar com uma Ducati oficial, por isso estou feliz. Mas é claro que quando coisas como essas acontecem entre Pecco e Marc estamos todos um pouco chateados, mas é assim que as corridas são. São dois grandes campeões e não quiseram desistir. Com a experiência você poderia ter mais cuidado, mas por outro lado nenhum deles quis desistir. Assim, mesmo que apenas um quinto lugar estivesse em jogo, eles jogaram duro e ambos correram riscos. É fácil fazer a análise aqui, mas quando você está lá dentro e está com a adrenalina cheia, tudo é diferente. Compreendo-os, mas não os justifico inteiramente, este poderia ser um bom resumo. Há muitos campeões aqui, hoje também vimos Pedro Acosta ter uma corrida louca. Então não sei se muda mais ou menos quem sabe o quê no final. São todos muito fortes, alguns são campeões mundiais como Pecco e Marc, que sempre querem vencer. Entendo que o tema é popular como inspiração jornalística, mas procuro não me deixar levar pela polêmica. Se puder, não corro o risco“. Certamente a Ducati se coloca em cima do murro imaginando que ambos poderiam ter evitado o acidente. O que você acha? Deixe seu comentário. E os elogios do final de semana vão para Martin e Enea: “Ter tantos corredores fortes também significa que investimos bem nesses caras, que estamos fazendo-os crescer e que eles já cresceram. São todos pilotos capazes de aspirar ao título, Martín lutou com Pecco até Valência no ano passado, enquanto Enea teve algumas corridas malucas incluindo a de hoje. Digamos que é uma escolha que por um lado não é fácil, mas é também uma escolha privilegiada“.

Após a prova foi anunciado que foi um incidente de corrida:

Comentários dos colegas de profissão:

  • Aleix Espargaró: “Às vezes se você for ultrapassado é frustrante, mas você não pode ser tão agressivo”;
  • Álex Márquez: “A culpa é de Bagnaia porque ele sabe que o outro piloto vai abrir”;
  • Pol Espargaró: “Márquez está à frente; Bagnaia, ao retornar a ultrapassagem, tem que prever onde está o piloto”;
  • Jorge Martin: “É difícil. Nesse momento, a algumas voltas do final, você sempre tenta revidar ao ver que o piloto à sua frente é longo. Ontem Marc passou por mim lá e decidi não revidar e saímos ilesos. Mas hoje eles tiveram uma queda. Quando o vi, me bloqueei um pouco, porque digo ‘, tenho que terminar“; terminar a prova também é importante, como destaca o vencedor do dia. 

E o que acharam Marquez e Bagnaia?

MARQUEZ: Ele tem consciência da evolução que está tendo com a Gresini. O pódio na sprint é prova disso, e a luta com Pecco Bagnaia pela quinta posição, também. Ainda assim, o catalão não fica muito molhado ao falar sobre a ação com o atual Campeão Mundial da categoria. Márquez aceita que não há sanção para nenhum deles, mas acredita que Pecco puxou muito otimismo sobre isso: “Bem, você tem isso, o MotoGP tem isso, que quando você sai por trás e tem o grupo na sua frente, bem… ou você tem muito mais velocidade ou custa muito ultrapassar. Não fui claro desde o início. Tive dificuldade em encontrar essa sensação com a borracha frontal. Então decidi me acalmar, esperar o meu momento, para ver se os pneus iriam cair. Vi que o fim da corrida estava encontrando-me melhor. Na verdade, fiz a minha volta mais rápida e as voltas finais foram onde me senti mais confortável com a moto e os tempos consequentemente saíram melhor. Pena que acabamos com esses zero pontos, porque o objetivo principal era aquele top 5 que estávamos conseguindo. Fico com o positivo do fim de semana, que é que a velocidade estava lá“. E sobre o acidente: “Foi um erro que eu não esperava do Pecco. Eu vi-o, apanhei-o quando o Acosta passou por ele, que estava sofrendo muito com os pneus e ainda faltavam três voltas. Estávamos lutando por um quinto ou sexto lugar, dois pontos para cima ou para baixo e quando você sofre tanto com os pneus você sabe que se não estiver nesta curva, na próxima eles vão te ultrapassar. Mas ele queria devolver a ultrapassagem, um pouco otimista, ao limite de tudo porque terminamos dois pilotos no cascalho, mas bem, no final são coisas que acontecem nas corridas. Bem, no final, quando os comissários me chamaram para a Direção de Corrida, eu disse a eles ‘você decide onde está ’. Para mim é uma ação que está à beira de um incidente de corrida. Têm de decidir se isso é penalizado ou não. Eles decidiram que não. Disse-lhes que tinha um ponto neutro, que ia respeitar a decisão, que não ia empurrar para um lado nem para o outro. Mas ei, no final é isso. A consequência foi que zero pontos para mim e para Pecco, que é a última coisa que queríamos ambos“. Marquez questiona: e se fosse o contrário? “Estou muito calmo, estou respeitando bastante os tempos que preciso. Isso pode acontecer comigo na próxima corrida? Bem, obviamente, mas bem, graças a Deus, não fui eu quem estava lá dentro, embora tenha sido eu quem o recebeu“.

BAGNAIA: Antes, vamos entender o motivo dele não ter o rendimento normal: “Foi um pouco estranho. Ontem e esta manhã eu estava bem, estava tudo perfeito. E na corrida voltaram alguns problemas que tivemos no primeiro dia e me custou muito. Tentei administrar muito as borrachas, mas no final fiquei sem elas e as últimas voltas foram difíceis. Quando Pedro [Acosta] me ultrapassou tentei estar com ele, mas era impossível, ele estava indo muito duro. E a única coisa era lutar para tentar terminar na quinta posição, que poderia ser uma quarta com a queda de Maverick [Viñales], com o problema que tem tido. Mas nada, não cheguei a esse ponto”. E sobre o incidente com Marquez, ele disse: “[expliquei] como tudo tem sido para mim. Acho que foi difícil fazer diferente. Eu tentei cruzar a linha, [Márquez] tentou fechar a linha para estar na frente, e nós nos tocamos. E nós dois terminamos com zero pontos. Certamente não teremos sanções, a sanção para nós dois é ter zero pontos. Mas nada, são situações muito difíceis de entender. Tenta-se fazer o que é melhor para si mesmo, e nada, nos tocamos. Concordo [que não há sanção], absolutamente Nós dois conversamos. Gosto desta forma de os pilotos falarem uns com os outros. Mas temos visões diferentes. E é absolutamente normal essa visão diferente, principalmente quando isso é dito logo após o fato ocorrido. E também é sempre difícil alguem admitir que errou. E quem errou? Deixe seu comentário.

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